“Cada pequeno avanço tecnológico, por mais primitivo que seja, trouxe consigo algo de indesejável. O machado de pedra trouxe mais alimentos para a humanidade – e tornou as guerras mais mortíferas. A utilização do fogo trouxe a iluminação, calor e alimentos mais abundantes e de melhor qualidade – e a possibilidade de incêndios premeditados e da condenação à morte numa fogueira. O desenvolvimento da fala tornou o homem humano – e, ao mesmo tempo, mentiroso. A escolha entre o bem e o mal cabe ao homem...”
"eu retribuo a dádiva do amor,
ainda que eu não saiba como expressa-la."
ainda que eu não saiba como expressa-la."
sábado, 18 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Zero - Liniker e os Caramelows
A gente fica mordido, não fica?
Dente, lábio, teu jeito de olhar
Me lembro do beijo em teu pescoço
Do meu toque grosso, com medo de te transpassar
A gente fica mordido, não fica?
Dente, lábio, teu jeito de olhar
Me lembro do beijo em teu pescoço
Do meu toque grosso, com medo de te transpassar
A gente fica mordido, não fica?
Dente, lábio, teu jeito de olhar
Me lembro do beijo em teu pescoço
Do meu toque grosso, com medo de te transpassar
Peguei até o que era mais normal de nós
E coube tudo na malinha de mão do meu coração
Peguei até o que era mais normal de nós
E coube tudo na malinha de mão do meu coração
A gente fica mordido, não fica?
Dente, lábio, teu jeito de olhar
Me lembro do beijo em teu pescoço
Do meu toque grosso, com medo de te transpassar
A gente fica mordido, não fica?
Dente, lábio, teu jeito de olhar
Me lembro do beijo em teu pescoço
Do meu toque grosso, com medo de te transpassar
Peguei até o que era mais normal de nós
E coube tudo na malinha de mão do meu coração
Peguei até o que era mais normal de nós
E coube tudo na maliha de mão do meu coração
Deixa eu bagunçar você, deixa eu bagunçar você
Deixa eu bagunçar você, deixa eu bagunçar você
A gente fica mordido, não fica?
(Liniker e os Caramelows - Remonta - 2016)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Até tu, Brutus? Lamento e morte de Júlio César
A famosa expressão teria sido pronunciada pelo líder romano Júlio César diante da traição de seu pupilo, Marco Bruto. A expressão é costumeiramente empregada para censurar um amigo desleal, traiçoeiro. Pintura La Morte di Cesare, 1805, de Vincenzo Camuccini.Obra constante na Galeria Nacional de Arte Moderna, em Roma.
Em 44 a.c., o poder que o general e perpétuo ditador Júlio César, conquistador da Gália e regente de parte considerável do mundo conhecido, parecia não mais ter fim. César chegou onde nenhum outro romano havia chegado. Com tamanho poder, aristocratas invejosos conspiraram contra sua vida.
César teve seu poder e vida traiçoeiramente roubados em 15 de março de 44 a.c, quando assassinado no teatro de Pompeia, em Roma. Seus conspiradores foram liderados por Caio Cássio Longino e Marco Bruto — este era um amigo intimo de César, quase um filho adotivo.
Os conspiradores (cerca de sessenta) acordaram que todos deveriam desferir um golpe em Júlio César, para que a culpa pelo assassinato fosse compartilhada por todos. Quando César entrou no teatro onde o Senado se reunia, em plena luz do dia, viu-se como alvo dos traiçoeiros pugios (adagas, punhais), que o perfuraram de todos os lados.
Segundo Plutarco, César lutou contra seus agressores até que viu Marco Bruto, armado com um punhal, vindo em sua direção. Chocado com essa traição, César caiu no chão cobrindo a cabeça com a túnica — Bruto desferiu o golpe no seu “pai adotivo”.
Alguns historiadores discordam quanto às últimas palavras de César. Alguns sustentam que ele não teria tido tempo algum para pronunciá-las, que a sua morte teria sido romantizada em peças teatrais dos séculos XVIII e XIX. Contudo, a narrativa que se tornou história é a de que César teria dito et tu, Brute? (Até tu, Brutus?) antes de morrer.
Fonte: Museu de Imagens
Fonte: Museu de Imagens
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